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A REFORMA TRABALHISTA E OS DIREITOS DOS BANCÁRIOS

Cirurgião Plástico Dr. João Pedro Biló
24nov, 2017

Grande preocupação entre os bancários diz respeito aos impactos da reforma trabalhista nos contratos vigentes.

Há que se ressaltar que o pleito inerente a sétima e oitava horas extraordinárias, nos casos de inexistência de cargo de confiança, não foi revogado pela reforma.

Com isso, caso o empregado da instituição financeira não exerça cargo de confiança, e aqui se diz que não basta a mera nomenclatura de gerente e sim as efetivas atribuições dentro da instituição financeira, sem qualquer autonomia e fidúcia, poderá pleitear a sétima e oitava horas extraordinárias e respectivo enquadramento no caput do artigo 224 da CLT, que trata do bancário comum e sujeito a jornada de seis horas.

Assim, destaca-se a importância da consulta pelo empregado em instituição financeira ao advogado especializado em direitos trabalhistas dos bancários, para que sejam dirimidas eventuais dúvidas.

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